Podologa GEANE TORRES

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Pés cuidados no inverno


O inverno faz com que muitos homens e principalmente mulheres esqueçam de seus pés. A tendência da pele no inverno é ficar mais ressecada pela mudança de temperatura e pelo clima mais seco. Quando a pele fica muito esbranquiçada, sem elasticidade, áspera e sem brilho é sinal que está faltando hidratação. Com o frio, é normal as pessoas usarem meias mais grossas ou às vezes até duas meias, pelo fato de sentirem mais frio.
Com isso, os pés sofrem mais, pois ficam muito justos dentro dos sapatos, provocando assim o aparecimento de calos, calosidades e até fissuras na região do calcâneo. É muito importante tirar um dia da semana (escolha um dia de sua preferência) para fazer uma esfoliação e logo depois aplique um creme para hidratar. Use esfoliantes e cremes específicos para os pés. Faça uma hidratação diária com cremes.
Alguns cremes possuem até 10% de uréia sendo assim ótimos hidratantes, podendo ser usados também nas mãos, joelhos e cotovelos. No dia seguinte promova a hidratação com óleo vegetal e assim sucessivamente, pois alternando uso de creme e óleo, conseguimos o equilíbrio entre água e gordura para a pele.
Para potencializar a hidratação, após o creme ou o óleo, envolva os pés em plástico filme de PVC, por aproximadamente 20 minutos. Para os dias de muito frio presenteie-se com um escalda pés. Sugestão: água morna com gotinhas de óleo essencial de hortelã ou chá de hortelã.
Este escalda pés além de relaxar, deixa os pés quentinhos e o aroma alivia vias respiratórias.Cuide bem dos seus pés no inverno, para exibi-los lindos no verão!
Importante: Todos os produtos devem ser previamente testados afim de descartar a hipótese de alergias.
O escalda pés para diabéticos deve ser feito com a água morna.

Pé diabetico


Pé diabético


Você já olhou para o seu pé com atenção?
Se é portador da diabetes, os seus cuidados devem ser redobrados. Devido ao aumento anormal de açúcar no sangue, os nervos podem ser danificados, o que é conhecido como neuropatia.
A diabete neuropática afeta principalmente os nervos responsáveis pela sensibilidade dos pés. Isso diminui a sensação de dor na região. Lesões como cortes, bolhas, calosidades, unhas encravadas, o uso de sapatos apertados, costuras de meias e até queimaduras pela areia da praia, podem ser o inicio do problema.
Uma lesão não tratada pode infeccionar, e uma infecção não tratada pode evoluir para gangrena. A gangrena, se não for tratada, pode ocasionar a amputação do pé ou da perna. A diabetes também pode danificar os vasos sanguíneos do pé, estreitando-os.
Vasos estreitos carregam menos sangue até aos pés, deste modo faltam nutrientes e oxigénio suficiente para combater as infecções. É aí que os pés se tornam ainda mais delicados e um pequeno corte já é muito perigoso.
Quando nervos e artérias estão danificados, as lesões rapidamente se complicam e ameaçam todo o pé e perna. Se mesmo assim não for tratada, a infecção pode ameaçar todo o corpo.
É muito importante que o portador de diabetes, tenha o cuidado de tratar seus pés mensalmente com um podólogo habilitado, mesmo tendo os pés sãos, pois é sempre melhor previnir!
• Se é diabético, previna-se! Trate os pés com um podológo habilitado, pelo menos 1 vez por mes;
• Faça a dieta correta, conforme orientação medica;
• Sempre use meias de algodão não se esquecendo que as mesmas deverão ser claras e com costuras de preferencia com corte laser, para que a costura não atrite com a pele.
• Ajuste a meia afim de que ela não faça dobras e também não atrite com a pele;
• Os sapatos também devem ser analisados, para que não haja recortes com costura por dentro deles, assim como ilhoses, cadarços e não esquecer de que eles jamais poderão ser apertados.

Os pés


Os pés: Um espelho do corpo
O pé retrata todas as partes do corpo, todos os órgãos, sistemas e mais importante ainda: o estado em que se encontram.O pé (microcosmos) espelhatoda pessoa (macrocosmos). Tocando o pé da outra pessoa, você tem diante de si um espelho, um retrato claro da pessoa em questão: os eventuaisproblemas de saúde, as possíveis desarmonias emocionais.
Você detecta as áreas desvitalizadas, e as áreas com energia bloqueada. Pela localização delas, você sabe a que órgãos ou partes do corpo se referem. E então, você trabalha estas áreas com a técnica adequada para cada tipo de desequilíbrio detectado. Tudo isto através do toque, através da massagem. Você não precisa de ferramentas externas: você usa suas mãos. Receber massagem é uma delícia. Receber uma massagem nos pés, é mais deliciosoainda! E isto tem uma explicação: a maioria das pessoas dá mais atenção às mãos, ao rosto, do que aos pés, que ficam meio carentes.
Então, quando recebem uma massagem, a pessoa dona desses pés, sente-se "suprida até a alma"! Uma massagem reflexológica nos pés trabalha o pé todo, como conjunto - induzindo ao relaxamento, ao desbloqueio do fluxo de energia vital, do fluxo linfático, circulatório, etc. Trabalha ainda com mais ênfase as áreas específicas onde foram detectadas as desarmonias - dissolvendo bloqueios, revitalizando os órgãos - e desta forma, dependendo do caso, agindo como terapia preventiva, como terapia complementar ou mesmo trazendo alívio imediato a certos sintomas. As emoções também se espelham no pé e possuem localização exata.
O terapeuta pode trabalhar especificamente a insegurança, atenuar o excesso de irritação e de impaciência e ajudar o cliente a aumentar sua capacidade de concentração e a sua autoconfiança. Esta técnica tão completa, devidamente pesquisada e confirmada por cientistas modernos como Dr. William Fitzgerald, EUA - nos foi transmitida pelos chineses (no filme "Lanternas Vermelhas" a massagem reflexológica é praticada com delicados martelinhos com sininhos embutidos), pelos egípcios (registros e imagens em parede de túmulo de sacerdotes em Saqqara, Egito), pelos nativos da América do Norte, pelos indianos.
Quando numa massagem dos pés são utilizados aromas, a resposta do organismo é mais rápida e profunda ainda, pois o efeito fitoterápico dos óleos essenciais casa-se com perfeição com a massagem reflexológica. É como subir uma escada a pé ou pegar uma escada rolante: você chega mais rápido e dispendendo menos esforço, quando utiliza óleos essenciais.
A técnica da Reflexologia Podal é fácil de entender e de aprender, muito agradável de receber e de aplicar. É impressionante como dá para detectar no pé os desequilíbrios, e é surpreendente como o organismo responde efetivamente!

Oque é onicofagia


Onicofagia é o impulso irresistível de roer as unhas (Lâmina Ungueal). O ato de roer as unhas envolve o lado físico, estético e emocional de quem pratica.
Pessoas que roem as unhas encontram nesse hábito, uma maneira de tentar controlar a ansiedade diante de situações difíceis, que envolvam tensão ou medo. Esse hábito geralmente é adquirido na infância, entre os 4 e 5 anos de idade. A criança vê no adulto ou amiguinhos de escola um exemplo a ser seguido, pois, não deixa de ser um ato que proporciona prazer ao ser realizado.
Existem algumas atitudes que podem ajudar a combater o ato impulsivo de roer as unhas. No caso de crianças, substituir esse hábito por outro menos nocivo e desviar sua atenção, nesse momento para outra atividade prazerosa é uma opção.
Quanto aos adultos, por vaidade, muitos deixam o hábito de roer as unhas, mas o substituem por outros também não saudáveis, como por exemplo: fumar, mascar chicletes, chupar balas ou comer as “peles grossas” que se formam na borda ungueal (“canto dos dedos”).
O que não podemos esquecer é que a causa (ansiedade) deve ser tratada por um profi ssional devidamente habilitado, no caso o Fonoaudiólogo, pois uma vez sanado o efeito (roer as unhas) tenderá a desaparecer.
O individuo que teve esse hábito por muitos anos e conseguiu supera-lo de alguma maneira, provavelmente, tem o efeito ungueal comprometido. Geralmente, ele é mais curto que o normal e há o deslocamento permanente da lateral das unhas (onicólise) e como conseqüência disso, a fragilidade das mesmas em relação aos agentes externos.
As unhas frágeis também pela pressão contínua sobre as mesmas, devido a força exercida sobre ela no ato de roê-las. A matriz também pode ser comprometida.
Não podemos esquecer que o ato de roer unhas, por fi carem constantemente úmidas e com o leito e bordas lesionadas, tornam-nas portas abertas para infecções e fungos.
Ter vontade de se livrar do hábito e procurar um especialista o quanto antes, é o melhor caminho para solucionar esse problema.

O corpo fala por nós

O corpo fala por nós. Cada um tem a sua própria linguagem e seus segredos. Exprime nossa personalidade ou o estado de ânimo do momento.
A parte do corpo que parece fugir com maior facilidade do nosso controle voluntário são os pés e as pernas.
Os pés são uma das partes mais comunicativas do corpo, sejam porque estão muito à vista, ou porque condicionam o modo de caminhar de cada pessoa.
São responsáveis pelo nosso contato direto com a terra. E do modo que contatamos ou pisamos, podemos entender ou saber, por exemplo, como nos comportamos com nossa realidade.
Devemos dar atenção ao modo como o pé é apoiado no chão, temos que observar como apoiamos: calcanhar, planta e ponta.
Contato com o calcanhar
Esse tipo de contato com o calcanhar identifica a pessoa que quer deixar sua marca na terra. Geralmente tem pisar brusco e pesado. É um pisar de pessoa muito segura de si, que fica inebriada com seus próprios passos.
Contato com a planta dos pés
Neste caso, o pé funciona como uma ventosa para ficar muito preso à terra. A mensagem que deixa é de uma pessoa pouco dinâmica, que tende a examinar bem a realidade antes de agir e enfrenta as situações com muita cautela.
Contato com a ponta
Apóia primeiro a ponta e depois o calcanhar, deixando a planta um pouco elevada da terra. Este modo de apoiar o pé é típico de pessoas voluntariosas que não renunciam facilmente e reagem articulando ou mexendo na terra com os pés.
Contato ou apoio ideal
Deve ter todo o pé apoiado: o calcanhar e as duas zonas que encontra na parte alta da planta dos pés, embaixo do dedão e do dedinho. Pessoa segura, com senso de realidade e equilíbrio com ela mesma.
Pedilúvio
O pedilúvio é indispensável todas as noites: para quem tem odor forte, pés cansados e inchados e até para se preparar para uma noite de festa e também para uma balada, porque a função do pedilúvio é higienizar, relaxar e dar vitalidade no término de um dia cansativo.
Pedilúvio ideal
Prepare uma vasilha que cubra com água também os tornozelos. Coloque água quente, se deseja relaxar, ou água fresca, não fria, se deseja revitalizar. Coloque os pés por uns 5 minutos na água quente ou por uns 2 minutos na água fria. Movimentar bem os pés, depois juntar sais de banho, cremes, óleo para banho e deixar descansar por mais uns 5 ou 10 minutos.
É também ideal para gripes e resfriados. Coloca-se na vasilha misturas de chás bem fortes de erva cidreira, camomila, calêndula, produtos descongestionantes e inicia-se o pedilúvio com a água morna. Adicionar água quente até a temperatura que suportar e deixar os pés por uns 5 ou 10 minutos. Secar bem os pés e manter o calor usando meias grossas, envolvendo com xale ou cobertor por uns 10 minutos.
Ginástica para os pés
A melhor ginástica para seus pés é movimentá-los em todas as direções possíveis e de maneira bem agradável.
Caminhar descalço na terra, mato e superfícies prazerosas ao tato é um sonho que geralmente fazemos nas férias. No restante do ano, os pés ficam sempre fechados, sem nenhuma atividade. Para aliviar um pouco esse problema, vamos fazer alguns exercícios para dar tônus, repouso e melhorar a função dos pés.
Exercícios para dar tônus
Em pé, caminhar de várias maneiras: com a ponta dos pés, com os calcanhares, com a lateral interna e externa, sempre de maneira agradável e relaxada, para evitar tensão nas costas.
Saltitar com um pé e com outro. Pular com um pé só, procurando movimentar o mais rápido possível os dedos. Colocar um cilindro sobre os pés e rolar um de cada vez. Concentrar-se na sensação, explorar toda a planta dos pés, comprimir bem as partes internas e externas. Na segunda parte do exercício, apoiar mais seu peso sobre os pés. Mudar o cilindro para as posições longitudinal, transversal e diagonal.
Colocar uma bola (de tênis) sobre os pés, ou uma de cada vez, e fazer movimentos diversos, inclusive o circular.
Exercício sentada
Exercitar a capacidade de pressão dos dedos no chão é muito importante. Contribui também para dar elasticidade ao caminhar.
Tente prender pequenos objetos com os dedos dos pés: lencinho, bastãozinho leve, bolinha de papel.
Sente-se no chão, encostado (a) na parede, as costas e as pernas esticadas. Movimentar os pés em movimentos circulares, sentido horário e anti-horário, fechando e abrindo os dedos, para cima e para baixo. Pode fazer assistindo televisão.
Exercício deitada
Deitada na cama ou em colchonete, fazer bicicleta com as pernas para cima. É excelente para eliminar o inchaço. Ainda com as pernas para cima, descrever com os pés círculos no sentido horário e anti-horário. Pode desenhar também números, letras, etc.
Deitada, segurar os dedos dos pés com as mãos, inspirar e aspirar. Depois, alongar a perna, puxando os dedos para trás.
- Depois de percorrer milhões de quilômetros durante anos, os pés envelhecem, acentuam os defeitos, crescem, mudam a curvatura. Apesar de todo o desconforto que causa, as mulheres continuam aderindo a modismos que são incompatíveis com suas condições físicas e biológicas.
- Para maior conforto dos pés, é importante que os sapatos sejam comprados sempre no final da tarde, onde os pés estão pouco ou muito inchados. Desta maneira, terá um calçado ideal para qualquer hora do dia.
- Cada estação do ano exige um tipo de calçado. Infelizmente não existe um sapato que possa ser considerado ideal o ano todo. Um dos fatores mais importantes na escolha é a adaptação aos próprios pés, a estação climática e a condição atmosférica.

O corpo fala por nós

O corpo fala por nós. Cada um tem a sua própria linguagem e seus segredos. Exprime nossa personalidade ou o estado de ânimo do momento.
A parte do corpo que parece fugir com maior facilidade do nosso controle voluntário são os pés e as pernas.
Os pés são uma das partes mais comunicativas do corpo, sejam porque estão muito à vista, ou porque condicionam o modo de caminhar de cada pessoa.
São responsáveis pelo nosso contato direto com a terra. E do modo que contatamos ou pisamos, podemos entender ou saber, por exemplo, como nos comportamos com nossa realidade.
Devemos dar atenção ao modo como o pé é apoiado no chão, temos que observar como apoiamos: calcanhar, planta e ponta.
Contato com o calcanhar
Esse tipo de contato com o calcanhar identifica a pessoa que quer deixar sua marca na terra. Geralmente tem pisar brusco e pesado. É um pisar de pessoa muito segura de si, que fica inebriada com seus próprios passos.
Contato com a planta dos pés
Neste caso, o pé funciona como uma ventosa para ficar muito preso à terra. A mensagem que deixa é de uma pessoa pouco dinâmica, que tende a examinar bem a realidade antes de agir e enfrenta as situações com muita cautela.
Contato com a ponta
Apóia primeiro a ponta e depois o calcanhar, deixando a planta um pouco elevada da terra. Este modo de apoiar o pé é típico de pessoas voluntariosas que não renunciam facilmente e reagem articulando ou mexendo na terra com os pés.
Contato ou apoio ideal
Deve ter todo o pé apoiado: o calcanhar e as duas zonas que encontra na parte alta da planta dos pés, embaixo do dedão e do dedinho. Pessoa segura, com senso de realidade e equilíbrio com ela mesma.
Pedilúvio
O pedilúvio é indispensável todas as noites: para quem tem odor forte, pés cansados e inchados e até para se preparar para uma noite de festa e também para uma balada, porque a função do pedilúvio é higienizar, relaxar e dar vitalidade no término de um dia cansativo.
Pedilúvio ideal
Prepare uma vasilha que cubra com água também os tornozelos. Coloque água quente, se deseja relaxar, ou água fresca, não fria, se deseja revitalizar. Coloque os pés por uns 5 minutos na água quente ou por uns 2 minutos na água fria. Movimentar bem os pés, depois juntar sais de banho, cremes, óleo para banho e deixar descansar por mais uns 5 ou 10 minutos.
É também ideal para gripes e resfriados. Coloca-se na vasilha misturas de chás bem fortes de erva cidreira, camomila, calêndula, produtos descongestionantes e inicia-se o pedilúvio com a água morna. Adicionar água quente até a temperatura que suportar e deixar os pés por uns 5 ou 10 minutos. Secar bem os pés e manter o calor usando meias grossas, envolvendo com xale ou cobertor por uns 10 minutos.
Ginástica para os pés
A melhor ginástica para seus pés é movimentá-los em todas as direções possíveis e de maneira bem agradável.
Caminhar descalço na terra, mato e superfícies prazerosas ao tato é um sonho que geralmente fazemos nas férias. No restante do ano, os pés ficam sempre fechados, sem nenhuma atividade. Para aliviar um pouco esse problema, vamos fazer alguns exercícios para dar tônus, repouso e melhorar a função dos pés.
Exercícios para dar tônus
Em pé, caminhar de várias maneiras: com a ponta dos pés, com os calcanhares, com a lateral interna e externa, sempre de maneira agradável e relaxada, para evitar tensão nas costas.
Saltitar com um pé e com outro. Pular com um pé só, procurando movimentar o mais rápido possível os dedos. Colocar um cilindro sobre os pés e rolar um de cada vez. Concentrar-se na sensação, explorar toda a planta dos pés, comprimir bem as partes internas e externas. Na segunda parte do exercício, apoiar mais seu peso sobre os pés. Mudar o cilindro para as posições longitudinal, transversal e diagonal.
Colocar uma bola (de tênis) sobre os pés, ou uma de cada vez, e fazer movimentos diversos, inclusive o circular.
Exercício sentada
Exercitar a capacidade de pressão dos dedos no chão é muito importante. Contribui também para dar elasticidade ao caminhar.
Tente prender pequenos objetos com os dedos dos pés: lencinho, bastãozinho leve, bolinha de papel.
Sente-se no chão, encostado (a) na parede, as costas e as pernas esticadas. Movimentar os pés em movimentos circulares, sentido horário e anti-horário, fechando e abrindo os dedos, para cima e para baixo. Pode fazer assistindo televisão.
Exercício deitada
Deitada na cama ou em colchonete, fazer bicicleta com as pernas para cima. É excelente para eliminar o inchaço. Ainda com as pernas para cima, descrever com os pés círculos no sentido horário e anti-horário. Pode desenhar também números, letras, etc.
Deitada, segurar os dedos dos pés com as mãos, inspirar e aspirar. Depois, alongar a perna, puxando os dedos para trás.
- Depois de percorrer milhões de quilômetros durante anos, os pés envelhecem, acentuam os defeitos, crescem, mudam a curvatura. Apesar de todo o desconforto que causa, as mulheres continuam aderindo a modismos que são incompatíveis com suas condições físicas e biológicas.
- Para maior conforto dos pés, é importante que os sapatos sejam comprados sempre no final da tarde, onde os pés estão pouco ou muito inchados. Desta maneira, terá um calçado ideal para qualquer hora do dia.
- Cada estação do ano exige um tipo de calçado. Infelizmente não existe um sapato que possa ser considerado ideal o ano todo. Um dos fatores mais importantes na escolha é a adaptação aos próprios pés, a estação climática e a condição atmosférica.

O aparelho ungueal e suas doenças


O Aparelho Ungueal e Suas Doenças
O conhecimento da anatomia da unha é fundamental para entender seu funcionamento e suas doenças. Neste artigo falaremos da anatomia das unhas e das principais doenças que as afetam, fundamentais para quem trabalha no cuidado delas.

O aparelho ungueal é muito mais que apenas a unha, funciona como um sistema do organismo, com características especiais. É formado por várias estruturas (Fig 1 e Fig 2):
1- Raiz Ungueal: é quem forma a lâmina ungueal (unha), está na região superior e inferior da base da lâmina, pode ser vista nos primeiros dedos, como um semi-círculo branco, a lúnula;
2- Dobra proximal: é a borda de pele que está na base da lâmina ungueal;
3- Dobras laterais: são as bordas de pele nas laterais das unhas;
4- Borda livre: é a parte distal da lâmina ungueal, ou seja, a que cortamos;
5- Leito ungueal: é a pele que está colada à lâmina ungueal, também participa da formação da lâmina;
6- Lâmina ungueal: mais chamada de unha, é uma placa de queratina dura, aderida ao leito ungueal e formada por ele e pela matriz ungueal. Recobre a extremidade posterior da última falange dos dedos;
7- Eponíquio: é a chamada cutícula, porção de pele aderida à lâmina ungueal na sua porção proximal, que serve para proteger a raiz contra a entrada de umidade, substâncias químicas e agentes infecciosos.

Figura 1 – Incidência macroscópica da unha do polegar mostrando aspectos normais.
Doenças do aparelho ungueal:
O aparelho ungueal pode ser acometido por diversas doenças. Seu conhecimento é muito importante para saber o que estará sendo alterado na unha, se pode ser transmissível à profissional e a outras clientes e o que se pode fazer para ajudar a pessoa que tem este problema.
1- Unhas Frágeis: ocorre desidratação da lâmina ungueal ou alteração da sua formação, ficando quebradiça e mais maleável. As principais causas são doenças internas, como alterações metabólicas e hormonais e dermatite de contato (Fig. 3).
O que fazer: encaminhar ao dermatologista, que vai procurar identificar a causa e tratá-la, controlando a doença e permitindo que as unhas se fortaleçam.

Figura 3: 1- Unha normal; 2- Unha frágil.
2- Dermatite de contato: é uma alergia que ocorre na lâmina ungueal e na pele ao redor dela, podendo ocasionar irritação, vermelhidão, inchaço e dor. Pode ser causada por
diversas substâncias, como esmaltes e removedores de esmaltes com acetona, sabões, detergentes e produtos de limpeza (Fig 4).
O que fazer: Evitar contato com as substâncias alergênicas ou irritantes, muita vezes o médico solicita um teste específico para tentar identificar qual a substância que está causando a dermatite.

Figura 4 - Dermatite de contato nas unhas.
3- Psoríase: é uma doença herdada geneticamente. Nela ocorre a formação de lesões escamosas em qualquer região do corpo. As lesões apresentam fases de piora e melhora, podendo acometer toda a pele nos casos mais graves. Em alguns casos a doença manifesta-se apenas nas unhas. As unhas ficam deformadas, com depressões na superfície da lâmina, podendo ocorrer o descolamento entre a lâmina e o leito ungueal, com formação de escamas sob a unha. A região entre a parte doente da unha e a parte sem doença dá a impressão de ter uma mancha de óleo (Fig. 5).
O que fazer: Encaminhar ao dermatologista, pois o tratamento desta doença não é simples. Ela pode se parecer com onicomicose e ter tratamento inadequado, o que piora o problema. A manipulação da unha também costuma piorar a doença. Logo, se desconfiar de psoríase, não mexa na unha. Não é transmissível.

Figura 5 - Psoríase acometendo a unha e o dedo. Note que parece haver uma mancha de óleo sob a unha.
4- Unha encravada: as unhas encravadas ocorrem quando a borda lateral da unha penetra na dobra lateral da pele e provoca uma inflamação no local. Isto é causado pelo uso de calçados inadequados, problemas ortopédicos ou alterações no aparelho ungueal. A inflamação se forma porque a unha, ao penetrar na pele, age como um corpo estranho, onde o organismo tenta destruí-lo pela inflamação. É comum ocorrer infecção no local, agravando o problema. Pode ocorrer também a formação de um granuloma, tecido friável e sangrante, chamado popularmente de carne esponjosa (Fig. 6).
O que fazer: Se o local estiver inflamado, infectado, com secreção ou muito dolorido, não mexer. O dermatologista fará uma cirurgia para remover o excesso de unha ou o excesso de pele, destruindo a raiz na região operada para evitar que o problema volte a ocorrer. Nos casos muito iniciais, onde apenas uma pequena espícula de unha está começando a penetrar na pele da borda lateral, sem inflamação ou dor, pode ser tentada sua remoção delicadamente, sem ferir a pele. Na dúvida, não manipular a região.

Figura 6 – Unha encravada.
5 - Infecções: Diversos tipos de infecções podem afetar o aparelho ungueal. Muito cuidado, pois todas elas podem ser transmissíveis, tanto para outras clientes quanto para as profissionais.
A-) Bacterianas: são as infecções mais comuns. Ocorrem mais freqüentemente na pele ao redor da lâmina ungueal, sendo chamadas de paroníquias. São acompanhadas por inflamação, inchaço, vermelhidão e dor, podendo deformar a unha. Quando afeta a matriz, a deformação da lâmina pode ser permanente. A Paroníquia é facilitada pela remoção da cutícula, que é uma proteção natural contra a entrada de bactérias na dobra ungueal (Fig. 7 e 8).
O que fazer: encaminhar ao médico para tratamento o quanto antes, a fim de evitar lesão na matriz. Não remover a cutícula para não agravar a doença.


Figuras 7 e 8 - Paroníquia (infecção periungueal)0
b-) Virais: as verrugas são as principais infecções virais do aparelho ungueal. Podem acometer a raiz e causar danos permanentes à lâmina ungueal.
O que fazer: encaminhar para tratamento médico, pois se manipuladas inadequadamente podem proliferar-se, acometendo toda a região peri e sub-ungueal.
c-) Fúngicas: A infecção fúngica da lâmina ungueal é chamada de onicomicose. É muito freqüente e seu tratamento é caro e demorado. Pode causar descolamento e destruição da lâmina, alteração da cor (esverdeada, acastanhada, esbranquiçada), odor e dor. Também pode ocasionar danos irreversíveis se acometer a raiz. Geralmente começa na borda lateral ou distal (livre) da lâmina e cresce em direção à raiz (Fig 10 e 11).
O que fazer: O tratamento deste problema envolve o médico dermatologista, que solicita exames para detecção e identificação do fungo e medica tanto com tópicos (esmaltes) quanto com comprimidos, muitas vezes associados. A manicure e o podólogo ajudam muito no tratamento, pois podem fazer o lixamento da lâmina e a aplicação do esmalte semanalmente, além de acompanhar o uso da medicação oral (perguntar se a cliente está tomando direito o medicamento) e a evolução da doença (verificar se está melhorando como deveria). Sobre o esmalte terapêutico pode ser colocado o colorido, porém nunca “esconder” a micose da cliente sem estar tratando, pois assim você não estará ajudando e sim piorando a doença.

Figura 10 – Onicomicose com destruição quase total da lâmina ungueal.

Figura 11 – Onicomicose na borda livre e lateral, com alteração da cor da lâmina ungueal.
6- Tumores: Diversos tumores malignos podem afetar o aparelho ungueal, com chances de metástases e morte do paciente se o diagnóstico e o tratamento forem tardios. Os tumores mais comuns nesta região são:
a-) Carcinoma Espinocelular: originário da camada espinhosa da pele, forma lesões espessadas, sangrantes, indolores, ásperas e avermelhadas. Podem parecer com verrugas ou infecções (Fig 12).
O que fazer: qualquer suspeita de um tumor, encaminhar o mais rápido possível ao dermatologista, que fará o diagnóstico pelo aspecto e pela biopsia da pele.

Figura 12 - Carcinoma espinocelular do aparelho ungueal, lesão verrucosa, irregular, mal delimitada, destruindo o aparelho ungueal.
b-) Melanoma: é o câncer de pele mais agressivo, com alto índice de mortalidade se não for diagnosticado e tratado no início. Na maioria das vezes é uma lesão enegrecida ou acastanhada, irregular, com diferentes cores; ou se apresenta como uma faixa escura na lâmina ungueal, larga, irregular, com surgimento ou mudança recentes. Pode sangrar e é indolor (Fig 13 e 14).
O que fazer: qualquer mancha ou pinta ou faixa escura no aparelho ungueal deve ser examinada o quanto antes pelo dermatologista, pois isto pode salvar o dedo e a vida da cliente.

Figura 13 – Melanoma já avançado, acometendo o aparelho ungueal. Note as áreas enegrecidas que caracterizam este tumor.

– Melanoma em faixa, acometendo o aparelho ungueal. Note as diferenças de tons, a mancha invadindo a pele e a espessura da faixa escura.
Conclusões:
Muitos profissionais trabalham com o cuidado das unhas, sendo as manicures e os podólogos os que têm maior contato com elas. O que diferencia um bom profissional dos demais é o algo mais, que inclui o conhecimento da estrutura (anatomia) da parte do corpo com a qual trabalham e o conhecimento das principais alterações que ocorrem nesta região. Isto vai permitir não apenas realizar seu trabalho, mas também ser um agente de saúde, identificando possíveis doenças e encaminhando o cliente a um profissional adequado para tratá-lo. Os profissionais que tiverem este conhecimento e bom senso, sem dúvida, vão se destacar e poder ajudar mais seus clientes que, muitas vezes, não sabem que têm um problema e muito menos que ele pode ser grave e pôr sua vida em risco.
Estes foram os principais objetivos deste artigo: oferecer informações, agregar valores ao seu atendimento e torná-lo (a) um agente divulgador de saúde.